Janeiro chega e, com ele, a sensação de recomeço. Novas metas, novas expectativas e a promessa de que “este ano vai ser diferente”. No Food Service, porém, a realidade costuma ser outra: muda o calendário, mas a operação segue do mesmo jeito.
O problema não está na falta de vontade de crescer, mas na forma como o planejamento é feito logo no início do ano. No Food Service, janeiro não é apenas mais um mês. Ele é o período que define o ritmo, a organização e os resultados de todo o ano.
Todo começo de ano no Food Service costuma repetir o mesmo roteiro:
Muitos gestores começam o ano estipulando números agressivos, mas sem revisar processos, sem ajustar rotinas e sem entender o que realmente aconteceu no ano anterior. O resultado? O ano passa sendo consumido por problemas operacionais, retrabalho, desperdício e decisões reativas.
Planejar sem estrutura é apenas adiar o problema.
No Food Service, não existe planejamento financeiro saudável sem organização operacional. Faturar mais não significa lucrar mais, e reduzir custos sem controle pode comprometer qualidade e experiência do cliente.
Um bom planejamento de início de ano precisa responder perguntas básicas e muitas vezes ignoradas:
Sem essas respostas, o planejamento vira apenas uma lista de desejos. Janeiro é o momento ideal para alinhar financeiro, operação e estratégia, criando metas que sejam possíveis, mensuráveis e sustentáveis.
Um dos maiores erros do Food Service é planejar olhando apenas para frente, ignorando o passado. Dados históricos são o maior ativo de um gestor e também um dos mais subutilizados.
Vendas por período, desempenho por unidade, variações de CMV, comportamento de consumo, custos fixos e variáveis: tudo isso já aconteceu e pode (e deve) orientar decisões futuras.
Quando o gestor não tem acesso fácil a esses dados, ele planeja no escuro. E no Food Service, decisões no escuro costumam custar caro.
Janeiro é o mês ideal para olhar para o histórico, entender padrões, corrigir falhas e ajustar rotas antes que o ano avance.
É nesse ponto que a tecnologia deixa de ser apoio e passa a ser base do planejamento. Um ERP especializado em Food Service não serve apenas para registrar vendas, mas para transformar a operação em informação estratégica.
Com um sistema estruturado, o gestor consegue:
O EVEREST 3.0, por exemplo, nasce com esse propósito: organizar a operação, transformar dados em inteligência e permitir que o planejamento saia do papel e se sustente ao longo do ano.
No Food Service, o ano não se perde em dezembro. Ele começa a se perder em janeiro, quando o planejamento é tratado como formalidade e não como estratégia.
Quem estrutura bem o início do ano:
Planejar em janeiro é decidir como será o seu ano inteiro. A pergunta que fica é simples:
👉 Em 2026, sua operação vai repetir os mesmos erros ou finalmente operar de forma planejada?

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